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Carta aos Leitores
As recentes mudanças no setor elétrico indicam que os ventos podem ter mudado positivamente para o mercado livre.
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Lançamento da Campanha “A energia para o Brasil crescer é livre” será dia 1º de outubro
Cumprindo a primeira etapa do Plano de Mídia 2015, a Abraceel lançará a Campanha intitulada “A energia para o Brasil crescer é livre!” no dia 1º de outubro, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.
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Governo lança programa de investimento no setor elétrico
Atendendo a convite do Ministério de Minas e Energia, Reginaldo Medeiros representou a Abraceel na cerimônia de lançamento do Programa de Investimento em Energia Elétrica (PIEE). (leia mais)
Abraceel participa de missão do gás
A Frente Parlamentar Mista Pró-Gás Natural, coordenada pelo deputado federal Mendes Thame (PSDB/SP), está organizando em conjunto com a Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, ANP, MME, Fórum do Gás, Itamaraty, Embaixada dos EUA, Consulado do Brasil em Houston (EUA) e outros agentes, uma Missão Oficial aos EUA para acompanhamento do cenário norte americano de gás natural e seus desdobramentos para o mercado global de energia.
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Efeitos da MP 688 no Mercado Livre
O governo publicou no dia 18.08, em edição extra do Diário Oficial da União, a Medida Provisória nº 688 de 2015, que dispõe sobre a repactuação do risco hidrológico e institui uma bonificação pela outorga das usinas.
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Inscrições abertas para a Prova de Certificação
As inscrições para a Prova de Certificação de Operadores do Mercado de Energia Elétrica estão abertas no site da Abraceel até o dia 02.10.
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ABACCUS divulga evolução do ML nos EUA e Canadá
O Annual Baseline Assessment of Choice in Canada and United States – ABACCUS tem como objetivo monitorar o progresso nos estados americanos e nas províncias do Canadá da abertura do setor elétrico ao varejo e à livre escolha do consumidor.
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Carta aos Leitores

Prezado Leitor,

As recentes mudanças no setor elétrico indicam que os ventos podem ter mudado positivamente para o mercado livre. No dia 18 de agosto, o Poder Executivo editou a Medida Provisória nº 688 de 2015, que dispõe sobre a repactuação do risco hidrológico e institui uma bonificação pela outorga das usinas hidroelétricas que serão licitadas. A proposição prevê, dentre outras medidas, a alocação, ao mercado livre, de parcela da garantia física das usinas hidrelétricas não prorrogadas nos termos da Lei n. 12.783 de 2013.

O mercado livre encara essa proposta como um grande passo no sentido da melhoria da competitividade da economia brasileira. A primeira razão é a alocação de até 30% do risco hidrológico de cada usina que será licitada ao gerador – agente que tem capacidade de geri-lo – tirando a responsabilidade do consumidor. A segunda razão é a destinação de até 30% da garantia física de cada empreendimento ao mercado livre, contribuindo para solução de um dos maiores problemas atuais que são apontados por todos os associados: a liquidez do mercado livre. Desde a MP 579, toda a energia associada às usinas hidroelétricas amortizadas eram destinadas ao mercado cativo. Um ponto de atenção na medida é a cobrança de bonificação pela outorga. Ela deve pressionar o empreendedor a procurar influenciar o governo para destinar toda a energia para o mercado cativo (pela MP a decisão cabe ao Conselho Nacional de Política Energética), pois parte dos agentes de geração preferem o conforto das ações de influência sobre o regulador/governo, visando repassar custos muitas vezes indevidos ao consumidor, ao desconforto da árdua tarefa cotidiana de gerir riscos do seu negócio.

A medida também consolida, com ações, o que vem dizendo e praticando o Ministro Eduardo Braga desde a sua posse: manter um diálogo franco e construtivo com o setor. Adicionalmente, sinaliza com uma compreensão mais abrangente do que nas gestões anteriores do MME sobre o entrelaçamento dos problemas do setor, bem como sobe as enormes potencialidades do mercado livre como solução e elemento de redução do preço da eletricidade para o grande e médio consumidor final – composto pela grande indústria e pelo comércio de maior porte. Eles são a essência do setor produtivo brasileiro, ao lado do agronegócio. Atualmente, os consumidores de eletricidade que migraram para o mercado livre tem uma vantagem competitiva com relação aos que, embora já autorizados pela legislação, permanecem no ambiente de contratação regulado. Não sem razão, desde a política de realidade tarifária implantada na gestão do ministro Joaquim Levy, cresce a cada dia a procura dos consumidores pelo mercado livre. Eles estão buscando vantagens competitivas que o mercado livre oferece, por meio da redução do custo de energia elétrica, o que lhes permite sobreviver num ambiente de crise econômica.

Também no dia 26 de agosto, a Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado aprovou, em decisão terminativa, o projeto de Delcídio do Amaral (PT-MS) que amplia o acesso ao Mercado Livre de Energia. Não é o Projeto da portabilidade da conta de luz que a Abraceel defende (PL 1917 de 2015), mas a medida, quando aprovada na Câmara, permitirá incorporar novos consumidores ao Mercado Livre de Energia. Com o projeto aprovado na Câmara, o piso passará em um ano para 2.000 kW e, dois anos depois, para 1.000 kW. Merece destaque a visão crescente da importância do mercado livre no Congresso Nacional. Delcídio destacou que “essa é uma tendência mundial: por exemplo, na Europa, todos os consumidores são elegíveis como livres desde 2007”. Disse também que nos Estados Unidos e Canadá, 65% e 50% do mercado são elegíveis, respectivamente. E destacou este aspecto durante o debate na Comissão, no qual ressaltou a importância do mercado livre, por ser um segmento de consumo que reage a preço, o que contribuirá no seu entender para o uso eficiente da energia elétrica – enfatizou “a tendência mundial é de redução e até de extinção do piso de acesso ao mercado livre”.

Tudo isso consolida um processo que vem pouco a pouco melhorando o ambiente de negócios cujos marcos principais são: monitoramento mais apurado da CCEE sobre as operações do mercado elétrico; aprovação da legislação do comercializador varejista; simplificação dos sistemas de medição do mercado livre, com redução de custos aos consumidores; divulgação de índices de preço transparentes do mercado livre, como as informações semanais publicadas pela consultora Dcide, além das iniciativas de plataformas eletrônicas de comercialização de energia como a BBCE e a BRIX. Nós mesmos da Abraceel também temos trabalhado firme para o amadurecimento do nosso mercado por meio da iniciativa da certificação de profissionais para operarem o mercado de energia, em parceria com a FDTE/USP, com o firme apoio da CCEE e parceria com o CanalEnergia.

O Mercado Livre também será protagonista em dois grandes eventos nesse semestre. Em outubro, a Abraceel organizará um seminário comemorativo dos seus 15 anos, com o tema “A energia para o Brasil crescer é livre”. O objetivo do encontro é reunir grandes autoridades na área econômica brasileira para um painel de exposição sobre a situação do País e os caminhos para enfrentar a crise e fazer o Brasil voltar a crescer. Também no evento será apresentado o resultado da 2ª pesquisa IBOPE/Abraceel sobre o que pensa e quer o brasileiro do setor elétrico. Já em novembro acontecerá o 7º Encontro Anual do Mercado Livre, evento que confere a oportunidade de diálogo entre geradores, comercializadores e consumidores livres sobre as principais temáticas relacionadas ao setor de energia elétrica brasileiro, evento de enorme sucesso promovido pelo CanalEnergia. A expectativa no mercado é que este ano no evento haja uma enorme interação com o Governo, a CCEE e a Aneel, dentro do espírito de diálogo que subitamente contaminou todos no setor elétrico.

Espero que as informações aqui divulgadas ajudem os leitores a conhecer um pouco mais a nossa associação e o mercado livre. Caso queiram outros esclarecimentos, peço, por gentileza, que entrem em contato com a Diretoria-Executiva da Abraceel.

Ricardo Marques Lisboa
Vice-presidente do Conselho de Administração da Abraceel
www.abraceel.com.br

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Lançamento da Campanha “A energia para o Brasil crescer é livre” será dia 1º de outubro

Cumprindo a primeira etapa do Plano de Mídia 2015, a Abraceel lançará a Campanha intitulada “A energia para o Brasil crescer é livre!” no dia 1º de outubro, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. A Campanha foi aprovada pelos associados na Assembleia Geral Extraordinária do dia 27.05. O evento será realizado em conjunto com a Retoque Comunicação, o Canal Energia e a Frente Parlamentar em Defesa das Energias Renováveis e da Portabilidade da Conta de Luz. O objetivo do encontro é reunir três grandes autoridades na área econômica brasileira para um painel de exposição sobre a situação do País e os caminhos para fazer o Brasil voltar a crescer. O encontro também marcará os 15 anos da associação e os 20 anos do mercado livre.

A programação está estruturada para debater a importância do mercado livre para a competitividade da economia brasileira. Haverá um encontro de três grandes economistas brasileiros e uma homenagem a 15 personalidades do mercado livre nos seus 20 anos. No evento, também serão apresentados os resultados da 2ª pesquisa Ibope, a qual avaliou a visão do brasileiro sobre o que ele pensa e quer do setor elétrico. Os resultados preliminares da pesquisa são muito favoráveis à portabilidade da conta de luz e o desenvolvimento das energias renováveis.

As estratégias adotadas pelo Plano de Mídia da Abraceel têm como objetivo consolidar a pauta da associação em três dimensões: política, industrial e financeira. O objetivo do plano é aumentar a visibilidade do mercado livre na sociedade, ressaltar a sua importância para a competitividade da indústria brasileira e engajar os segmentos industriais e financeiros na sua defesa, tendo como mote a portabilidade da conta de luz.

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Governo lança programa de investimento no setor elétrico

Atendendo a convite do Ministério de Minas e Energia, Reginaldo Medeiros representou a Abraceel na cerimônia de lançamento do Programa de Investimento em Energia Elétrica (PIEE). O evento contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff e do ministro Eduardo Braga, além de demais representantes de empresas e associações do setor elétrico.

A presidenta Dilma, em seu discurso, comentou sobre o desligamento das térmicas, medida possível graças ao aumento das chuvas e dos reservatórios. “Isso vai permitir uma redução no custo da bandeira vermelha”, acrescentou. Além disso, afirmou que o Brasil, ainda que tenha passado pelo maior período de seca, não enfrentou racionamento, dada a robustez e os investimentos no setor elétrico. O ministro Eduardo Braga realizou um discurso bastante otimista. Embora reconheça os grandes desafios que ainda precisam ser enfrentados, afirmou que o setor elétrico está seguindo o caminho certo.

O PIEE prevê a contratação de R$ 186 bilhões em investimentos entre setembro de 2015 e dezembro de 2018 (R$ 116 bilhões em obras de geração e R$ 70 bilhões em linhas de transmissão). Consolida a base hidrotérmica do setor elétrico brasileiro, ampliando a presença de gás natural em detrimento de outras fontes mais caras e poluentes. Além disso, amplia o uso da biomassa, da energia eólica e da energia solar fotovoltaica.

Para Reginaldo Medeiros, apesar do anúncio de efeito, é o plano apenas uma materialização de um processo que existe rotineiramente no setor elétrico. A fonte de financiamentos continuará sendo o BNDES e não houve nenhuma proposta impactante. Como ponto positivo, Medeiros destacou apenas a questão do licenciamento ambiental, que terá seu processo aperfeiçoado.

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Abraceel participa de missão do gás

A Frente Parlamentar Mista Pró-Gás Natural, coordenada pelo deputado federal Mendes Thame (PSDB/SP), está organizando em conjunto com a Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, ANP, MME, Fórum do Gás, Itamaraty, Embaixada dos EUA, Consulado do Brasil em Houston (EUA) e outros agentes, uma Missão Oficial aos EUA para acompanhamento do cenário norte americano de gás natural e seus desdobramentos para o mercado global de energia. O objetivo é conhecer a extração, comercialização e as legislações que regem o mercado de gás de xisto.

Como forma de nivelar o grau de conhecimento dos integrantes da missão, o Ministério de Minas e Energia sugeriu que fosse realizada uma exposição sobre os diversos tipos de rocha e suas extrações, bem como sua comercialização. O deputado Jaime Martins (PSD/MG), integrante da Frente, colocou-se à disposição para apresentar um requerimento no âmbito da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados para que essa exposição ocorresse no dia 10.09.

Assim como na primeira missão realizada aos EUA, a Abraceel estará presente novamente na próxima missão. A nossa associação será representada pelo conselheiro Mikio Kawai Jr. (Safira Energia), Carlos Gullin (Tradener) e Eduardo Lanari (Diferencial Energia). A missão acontecerá na semana de 21 de setembro e terá a seguinte programação:

21/09 - Segunda-feira
Visita ao Centro Tecnológico da Schlumberger
Visita ao American Petroleum Institute-API
Evento de boas-vindas organizado pela BRATEEC - "Brazil Texas Chamber of Commerce"

22/09 - Terça-feira
Apresentação sobre gás de folhelho no "San Antonio International Center", a cargo da Prefeitura de San Antonio

23/09 - Quarta-feira
Chegada ao site de exploração de gás de folhelho (EFS). Visita às instalações.
Visita à STEER - South Texas Energy and Economic Roundtable (a confirmar)

24/09 - Quinta-feira
Visita à Sede da Weatherford
Visita ao "Center for Energy Studies" da Rice University

25/09 - Sexta-feira
Visita ao Centro Tecnológico da Baker Hughes -CTI (Center for Technology Innovation)
Visita ao Halliburton Tech Center

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Efeitos da MP 688 no Mercado Livre

O governo publicou no dia 18.08, em edição extra do Diário Oficial da União, a Medida Provisória nº 688 de 2015, que dispõe sobre a repactuação do risco hidrológico e institui uma bonificação pela outorga das usinas. A proposição prevê, também, a alocação, ao mercado livre, de parcela da garantia física das usinas hidrelétricas não prorrogadas nos termos da Lei n. 12.783 de 2013.

A Medida Provisória é uma vitória do mercado livre, na medida em que, conforme apontado na exposição de motivos, destina até 30% da garantia física de cada empreendimento ao mercado livre, contribuindo para solução de um dos maiores problemas atuais que são apontados por todos os associados: a liquidez do ML. Desde a MP 579, toda a energia associada às usinas hidroelétricas amortizadas eram destinadas ao mercado cativo. Entretanto, a cobrança de bonificação pela outorga pode pressionar o empreendedor a procurar influenciar o governo para destinar toda a energia para o mercado cativo (pela MP a decisão cabe ao Conselho Nacional de Política Energética). E este ponto que a Abraceel está atenta e vai atuar nos próximos dias, conforme orientação do Conselho no call aberto aos associados de ontem.

Em relação ao principal tema da MP, o mecanismo da repactuação do risco hidrológico de geração de energia elétrica, cabe registrar a existência de dois arranjos, um para cada tipo de ambiente de contratação.

Para ilustrar a diferença de tratamento entre os ambientes, a proposta formulada pela ANEEL, apresentada no voto do Diretor Relator Tiago Correia, consiste em estabelecer distintos valores de prêmio de risco a serem pagos pelos agentes de geração conforme o ambiente de contratação no qual negociam a energia elétrica de suas usinas.

Outra diferença foi feita pela própria medida provisória: enquanto a repactuação do risco hidrológico dos geradores que comercializam energia no ACR envolve a cessão dos direitos relativos à liquidação da energia secundária, para os geradores que optam pelo mercado livre, cabe a “contratação voluntária (...) de reserva de capacidade de geração”.

Nessa repactuação do risco hidrológico, as perdas financeiras incorridas com o fator de ajuste do MRE em 2015 poderão resultar na extensão do prazo das outorgas vigentes. Segundo definido na medida provisória, nessa possível extensão de prazo, o agente de geração poderá negociar livremente a energia oriunda de sua usina, o que pode trazer benefícios efetivos ao mercado livre.

Ademais, na medida em que esse mecanismo de repactuação do risco hidrológico busca, conforme consta da exposição de motivos da Medida Provisória, promover o “fortalecimento do sistema elétrico brasileiro”, e eliminar os efeitos de decisões judiciais que têm impactado a liquidação do mercado de curto prazo, a adesão dos geradores às condições de repactuação pode efetivamente contribuir para a dinâmica das negociações de contratos e para a retomada da normalidade das liquidações financeiras do mercado de curto prazo. Está tem sido uma preocupação permanente da Abraceel: manter o funcionamento regular do mercado, assegurando o fluxo de pagamentos entre os agentes as liquidações mensais no âmbito da CCEE.

Por outro lado, caso a adesão a esse mecanismo de repactuação do risco hidrolótico proposto pela Medida Provisória e pela Audiência Pública da Aneel não seja expressiva, os problemas enfrentados permanecerão, e os geradores hidrelétricos, com o propósito de mitigar suas exposições financeiras ao mercado de curto prazo, podem elevar o hedge de garantia física, comprometendo a liquidez do mercado de contratos, o que eleva os custos de transação no mercado livre.

Os associados, o Conselho da Abraceel e a Diretoria Executiva estão atentos para os desdobramentos da Medida Provisória e irão acompanhar e, na medida do possível, influenciar os desdobramentos da mesma no Congresso Nacional, quanto no Ministério de Minas e Energia e, principalmente, no processo de regulamentação de seus dispositivos pela Aneel.

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Inscrições abertas para a Prova de Certificação

As inscrições para a Prova de Certificação de Operadores do Mercado de Energia Elétrica estão abertas no site da Abraceel até o dia 02.10. O projeto de certificação de operadores do mercado de energia elétrica é uma iniciativa da Abraceel em parceria com a Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE), vinculada à USP. O processo tem apoio institucional da CCEE, que também colabora com a USP na elaboração de questões da prova relacionadas ao ambiente da CCEE e ao mercado de energia, e conta com apoio logístico e divulgação do Canal Energia, que também deverá realizar um curso preparatório para a prova, porém não vinculado ao processo de certificação e de caráter opcional.

A ementa e o edital da prova também estão disponíveis no site para consulta. Constam na ementa as novas regulamentações do setor elétrico editadas nos últimos anos, até abril de 2015, além de tópicos relacionados à formação de preços no mercado livre e gestão de riscos em energia. A prova de certificação vai aferir os conhecimentos nos seguintes temas:

1) Ambientes de Contratação de Energia
2) Formação de Preços de Curto Prazo
3) Formação preços no ACL e de tarifas no ACR
4) Ambiente Regulatório e Institucional
5) Riscos em energia: identificação e gestão
6) Contratação de Energia e Ética Profissional

De acordo com as etapas definidas junto à FDTE/USP, a Prova de Certificação 2015 terá o seguinte cronograma:

01.06 a 02.10 - Período de inscrições para a Prova de Certificação 2015, através do site da Abraceel
05.10 - Prazo para pagamento da taxa de inscrição
24.10 - Realização da Prova de Certificação 2015 no Campus da Universidade de São Paulo (USP), em São Paulo, das 14 às 18 horas
26.10 - Divulgação do gabarito da Prova de Certificação 2015, no site da Abraceel
29.10 - Data máxima para a entrega de requerimentos com recursos contra questões da prova, através do site da Abraceel
06.11 - Resposta aos recursos, por meio eletrônico
09.11 - Divulgação da relação dos candidatos aprovados, no site da Abraceel
26.11 - Entrega simbólica dos certificados na abertura do 7º Encontro Anual do Mercado Livre, a se realizar na Praia do Forte (BA)

A Abraceel destaca os benefícios do processo de certificação para o mercado de energia elétrica e ressalta a importância do engajamento dos associados para sucesso desse projeto, desenvolvido pela associação desde 2011 e que já conta com 51 profissionais certificados.

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ABACCUS divulga evolução do ML nos EUA e Canadá

O Annual Baseline Assessment of Choice in Canada and United States – ABACCUS tem como objetivo monitorar o progresso nos estados americanos e nas províncias do Canadá da abertura do setor elétrico ao varejo e à livre escolha do consumidor.

O relatório deste ano, publicado em julho de 2015, aponta que os consumidores buscam a compra de energia de fornecedores que ofereçam os menores preços e os melhores serviços. Com isso, a tendência nesses mercados é de queda no preço e aumento na diversidade de produtos relacionados ao uso da energia elétrica.

Nos EUA há mais de 17,1 milhões de consumidores residenciais no mercado livre de energia. O Estado do Texas tem o maior número de consumidores que exerceram o direito de escolha do fornecedor de energia elétrica. Além do Texas, em Nova York, Massachusetts, Connecticut, Ohio e mais outras 9 regiões dos EUA têm aumentado o número de consumidores residenciais com direito à portabilidade da conta de luz.

Com a portabilidade, os consumidores nos EUA e Canadá têm a possibilidade de escolher produtos personalizados ao seu perfil de consumo. Os consumidores com perfil de consumo diferenciado ao longo do dia, por exemplo, podem optar por uma conta de luz que varie o preço da energia de acordo com o horário de uso, dando a oportunidade de economizar.

Com o aumento da competitividade, as comercializadoras passaram a oferecer serviços que buscam maior conforto e praticidade aos seus clientes. Relatórios detalhados sobre o consumo de energia, pré-pagamento da conta de luz, planos flexíveis de pagamento e escolha por energias renováveis são serviços comuns para atrair clientes.

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EM DIA:

• Em 18.08, a Abraceel enviou junto ao Fórum das Associações do Setor Elétrico Brasileiro (Fase), contribuição para a Audiência Pública Nº 043/2015 da Aneel. A contribuição conjunta contou com 11 associações: ABEEólica, ABCE, Abiape, Abrace, Abraceel, Abragel, Abraget, Anace, Apine, Cogen e Única. Na contribuição enviada à Aneel, o Fase apoia a desobrigação do medidor de retaguarda, a manutenção do medidor THS para novos consumidores do mercado livre e a manutenção dos procedimentos para estimativa de dados faltantes.

• Reginaldo Medeiros, representando a Abraceel, Percival Amaral Márcio Santana, da associada Ecom, e Pedro Roberto Franklin, da associada Comerc, participaram de reunião na ANP – Agência Nacional de Petróleo com o Superintendente de Comercialização e Movimentação de Petróleo, seus derivados e Gás Natural da ANP, José Cesário Cecchi e equipe. Na agenda a Consulta sobre Consulta Pública nº 007/2015 sobre livre acesso aos gasodutos. O superintendente da ANP agradeceu à Abraceel sobre o artigo publicado no Jornal Valor Econômico do dia 1º de julho de 2015, no qual a Abraceel elogia a iniciativa da ANP em “destravar” finalmente o mercado de gás por meio da regulamentação do acesso aos gasodutos. O Superintende da ANP expôs que a agência publicará o regulamento em setembro e que na essência a Resolução deverá conter o que está exposto na minuta apresentada na audiência pública.

Associe-se à ABRACEEL

Como outras organizações empresariais, a Abraceel se esforça para atender às necessidades de seus associados nos campos institucional, técnico e político. No entanto, ao contrário de outras associações, a Abraceel também se caracteriza como um promissor ambiente de negócios, onde as empresas se conhecem e fecham contratos entre si.

A associação dispõe de um grupo técnico extremamente atuante, cujo foco está permanentemente direcionado para os aspectos regulatórios que impactam o ambiente de comercialização. Nas sextas-feiras, a Diretoria-Executiva encaminha aos associados, com exclusividade, uma newsletter eletrônica, contendo uma análise de decisões do governo e do regulador bem como um relato sobre as atividades desenvolvidas ao longo da semana e as perspectivas para a próxima. Dessa forma, os associados da Abraceel não precisam investir no complexo monitoramento político/regulatório do setor elétrico.

A governança da Abraceel é bastante simples. As empresas associadas não sofrem discriminação, do ponto de vista estatutário, e todas pagam o mesmo valor de mensalidade, com direitos iguais nas assembléias, independentemente do porte. As empresas associadas indicam os seus representantes oficiais, os quais, na assembléia geral, elegem por voto direto e secreto os oito conselheiros. Cabe aos conselheiros contratar e avaliar a performance dos integrantes da Diretoria-Executiva.

Embora originalmente tenha sido constituída como uma associação de comercializadores de energia elétrica autorizados a funcionar pela Aneel, a Abraceel, hoje, está aberta à filiação de comercializadores de energia em geral: não apenas de energia elétrica, mas, também, de gás natural, etanol e créditos de carbono, inclusive agentes de geração. Caso a sua empresa queira conhecer mais a Abraceel ou queira se filiar, entre em contato com a Diretoria-Executiva, através do e-mail abraceel@abraceel.com.br ou então do telefone 61.3223.0081.

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